terça-feira, dezembro 08, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009
segunda-feira, novembro 23, 2009
quarta-feira, novembro 18, 2009
segunda-feira, novembro 16, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
quinta-feira, setembro 24, 2009
racismo ou a igualdade de circunstâncias
........
O cocó de alguns pretos
é expulsado em retretes de ouro.
Angola também era nossa,
por isso
continuaremos a fazer a ménage.
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Sílvia Alves
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22:49
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domingo, setembro 06, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
segunda-feira, maio 11, 2009
sábado, maio 09, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
domingo, maio 03, 2009
sexta-feira, abril 24, 2009
quinta-feira, abril 16, 2009
sexta-feira, abril 10, 2009
domingo, abril 05, 2009
quinta-feira, abril 02, 2009
é a arte do encontro
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Sílvia Alves
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13:14
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segunda-feira, março 30, 2009
terça-feira, março 24, 2009
sexta-feira, março 13, 2009
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Sílvia Alves
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12:22
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segunda-feira, março 09, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
- That's not nice, she didn't call me 'Captain'.
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Sílvia Alves
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21:39
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terça-feira, março 03, 2009
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Sílvia Alves
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01:40
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domingo, março 01, 2009
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
O SR. COURBET
Esta obra foi pintada por encomenda para ingressar na colecção de quadros eróticos de um diplomata turco, sendo este um ávido coleccionador de arte erótica. Desta colecção já faziam parte Le Bain Turc de Ingres e Les Dormeuses do mesmo Courbet. Dizem!
A Origem do Mundo era a obra “proibida” da colecção do senhor Khalil Bey (1831-1879) – uma espécie de pin-up estrategicamente oculta por um reposteiro e reservada a desfrutes privados. Este senhor não estaria, na época, muito interessado em arte, mas antes em erotismo realista e a cores, coisa de que a fotografia ainda não era capaz. E na verdade, no seu tempo, a este tipo de privilégio só alguns tinham acesso.
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Sílvia Alves
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22:26
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quarta-feira, fevereiro 25, 2009
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quinta-feira, fevereiro 12, 2009
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22:12
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terça-feira, fevereiro 10, 2009
em verde-cebola
GOSTO DA SOPA QUENTE E DE SOPA CRUA
GOSTO DOS ARQUITECTOS E AFINS
GOSTO DO PÊLO DO MEU GATO NO DA ALCATIFA
E DEPOIS DE TUDO ISTO, NÃO GOSTO DE TI.
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Sílvia Alves
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15:01
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domingo, fevereiro 08, 2009
- Sou Deus.
- Eu sou uma mulher.
- Eu sei.
- Mas que deus?
- Deus.
- Parabéns!
- Tomas um café?
- Aceito.
- Tens tabaco?
- Não, não fumo. Fumar mata!
- …pelo menos os humanos…
- Os deuses morrem por amor, sabias?
- Não! Mas acredito.
- Só os deuses morrem por amor.
- Ainda bem!
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Sílvia Alves
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15:30
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sábado, fevereiro 07, 2009
terça-feira, fevereiro 03, 2009
segunda-feira, janeiro 26, 2009
poésie de l' indicatif
j' aime
tu aimes
il aime
nous aimons
vous aimez
ils aiment
Passé composé
j' ai aimé
tu as aimé
il a aimé
nous avons aimé
vous avez aimé
ils ont aimé
Imparfait
j' aimais
tu aimais
il aimait
nous aimions
vous aimiez
ils aimaient
Plus-que-parfait
j' avais aimé
tu avais aimé
il avait aimé
nous avions aimé
vous aviez aimé
ils avaient aimé
Passé simple
j' aimai
tu aimas
il aima
nous aimâmes
vous aimâtes
ils aimèrent
Passé antérieur
j'eus aimé
tu eus aimé
il eut aimé
nous eûmes aimé
vous eûtes aimé
ils eurent aimé
Futur simple
j' aimerai
tu aimeras
il aimera
nous aimerons
vous aimerez
ils aimeront
Futur antérieur
j' aurai aimé
tu auras aimé
il aura aimé
nous aurons aimé
vous aurez aimé
ils auront aimé
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Sílvia Alves
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18:37
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
terça-feira, janeiro 13, 2009
uma questão de moral #1
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Sílvia Alves
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sexta-feira, janeiro 09, 2009
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Sílvia Alves
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14:02
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quinta-feira, janeiro 08, 2009
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Sílvia Alves
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23:56
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Etiquetas: era uma vez....
hoje apetece-me dizer umas barbaridades
Cada um é para o que nasce!
Desde sempre que os valores associados à condição feminina são sombrios, deformados, duvidosos e altamente corrosivos para a própria categoria. Disto, as mulheres, na sua maioria, ainda não se aperceberam e o mais estranho é serem as próprias mulheres a manipular toda esta teia.
A mulher, durante séculos, viveu confinada aos mandamentos da lei do macho mas, por incrível que pareça, ela própria alimentava essa lei. Senão vejamos, era à mulher que estava destinada a educação dos filhos e ela teria o poder absoluto de, em casa, não fazer a diferença entre géneros. Educar de forma igual seria um trunfo de consequências indispensáveis a um futuro de igualdade entre os sexos. Mas é nesta base que reside a dúvida. Será que a mulher alguma vez quis essa igualdade? Será que lhe interessa perder o poder ilícito que tem vindo a exercer e assumir o poder equilibrado que seria lícito numa igualdade entre sexos? Esse poder exige liberdade e a liberdade exige responsabilidade. O poder legítimo exigiria então responsabilidade. A responsabilidade dos actos e consequentemente dos resultados. E isto é duro. Acabar-se-ia o poder da vítima. Acabar-se-iam os enganos e desenganos. E claro que para os homens também não seria confortável. Mas que diabo, será que é confortável ser o mau da fita a vida toda? O hábito faz o monge, e eles vestem-no regularmente! Mas afinal quem lucra com tudo isso?
As mulheres são as figuras do diabo. São as que aguentam com as piores reputações. Na boca dos homens foram sempre, ora mães, ora devassas. Na boca das próprias ou traem os maridos ou atraem os maridos das outras e são sempre elas a jogarem a primeira pedra. Mas o certo é que nem este fardo de perversas as impeliu a mudarem o rumo das coisas. Será esta uma luta genética pela sobrevivência da espécie? Acobertar o macho e extinguir a concorrência?
Dá que pensar! E é necessário que se pense mais sobre as coisas e de forma mais séria porque, afinal, o ser humano nisso é um bocadinho diferente das outras espécies.
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Sílvia Alves
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13:40
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quarta-feira, janeiro 07, 2009
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Sílvia Alves
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16:10
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